Nas suas apresentações o balé inclui alguns quadros sobre o Candomblé, religião de origem africana, na qual a música e a dança são alguns dos elementos principais. De segunda a sábado, exceto terças, 20 h
Abertura: Antes do espetáculo o grupo realiza a performance m², na qual um dançarino no espaço delimitado de 1x1m realiza coreografia.
É um trabalho solo em que Asier Zabaleta, enquanto intérprete-criador, explora os meandros mais ocultos de si mesmo. Através do diálogo entre sua performance ao vivo e sua própria imagem projetada em diversos monitores presentes em cena, personagem revela seus medos e vicissitudes.O espetáculo propõe um olhar crítico e observador, sobre o intérprete, procurando criar um espaço em que sua imagem externa se confronta com aquela que ele criou de si mesmo, um encontro entre o eu real e aquele que pretende ser. "Ego-tik é um passeio por meus pontos fracos, defeitos, medos, em vez de regozijar-se no virtuosismo da dança ou na beleza meramente estética. É a exploração do movimento que surge no momento de perda do controle emocional, naqueles em que se percebe mais claramente a verdade sobre alguém, por permitir que o corpo seja um reflexo direto desta verdade", explica Zabaleta.