Sua trajetória
profissional daria um livro. Ele acompanhou
a movimentação do subcomandante Marcos nas selvas mexicanas, reportou a
violenta
guerra civil em Ruanda, assinou matérias sobre o terrível vírus Ebola e
cobriu o
assassinato do megatraficante colombiano Pablo Escobar.
Ex-correspondente no
Exterior e com passagem pelos principais veículos de comunicação
brasileiros, o
jornalista Paulo Henrique Amorim, 68 anos, pilota o Domingo
Espetacular,
a revista eletrônica da Record que concorre contra o Fantástico, da
Globo, e mantém o acessadíssimo site Conversa Afiada, referência
de
jornalismo independente. "Se eu não chutasse o balde agora, eu
acabaria
não chutando nunca mais".
Nesta entrevista, acionando sua habitual irreverência e
língua ferina, PHA atira para todos os lados. Desanca a mídia que chama
de
golpista, detona a nova geração de jornalistas, aposta que o personagem
do
Vesgo, do Pânico, tem mais chances que o Serra na corrida presidencial e
ironiza
os quinze anos do governo tucano em São Paulo. "A única obra que eles
têm para
mostrar é o rouboanel, cuja peculiaridade é cair". Não bastasse, ainda
desmonta
o mito Paulo Francis, que ganhou recente documentário no cinema. "Era um
péssimo
colega, ocioso, que tinha horror de ser brasileiro."
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Sabe quando você vive uma situação difícil, angustiante e que te
incomoda?
Quando você não sabe o que dizer, o que fazer ou como agir para que a
dor passe
ou ao menos diminua? Pois vou te contar o que tenho descoberto, por
experiência
própria! Em primeiro lugar, observe a situação toda e, sobretudo,
observe a si
mesmo e os seus comportamentos. Errou? Tente consertar e, de
qualquer
modo, peça desculpas! Fez ou falou o que não devia? Explique-se, seja
sincero,
não tente esconder seu engano ou fingir que nada aconteceu... Valide a
dor do
outro, sempre.
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Adital - Hours concours em Cannes, um dos filmes de maior sucesso no badalado festival francês foi "Ágora", direção de Alejandro Amenabar. A estrela é a inglesa Rachel Weiz, premiada com o Oscar 2006 de melhor atriz coadjuvante em "O jardineiro fiel", dirigido por Fernando Meirelles.
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Alguns sentem satisfação quando alguém que foi de esquerda salta
o muro, muda de campo e se torna de direita – como se dissessem: “Eu sabia, você
nunca me enganou”, etc., etc. Outros sentem tristeza, pelo triste espetáculo de
quem joga fora, com os valores, sua própria dignidade – em troca de um emprego,
de um reconhecimento, de um espaçozinho na televisão.
"Nunca
desconfiei que haveria tamanha pancadaria. É possível que isso tenha acontecido
porque as primeiras críticas vieram de dentro do governo [em referência ao
ministro da Defesa Nelson Jobim]. Aí a oposição aproveitou e colocou uma cunha
na discussão. Também é possível que alguns trechos do programa precisassem de
redações melhores. Mas fiquei triste e surpreso de pensar que havia um
pensamento conservador reacionário no país.", disse Vannuchi. "Que as pessoas
sigam defendendo o golpe de 64 faz parte de uma sociedade democrática. Não dá
para proibir que pensem que o regime foi bom. Mas o que não podemos aceitar é a
conivência com os crimes, com o ocultamento de cadáveres, com a tortura
sistemática", completou.
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Por imposição geográfica, histórica e constitucional, a prioridade número um da política externa brasileira sempre foi a América do Sul. Mas hoje é impossível o Brasil sustentar os seus objetivos e compromissos sul-americanos, sem pensar e atuar simultaneamente em escala global.
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