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Ópera Lídia de Oxum
Sábado 23 Novembro 2019, 20:00

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Uma demonstração da força do povo negro. Assim, a Ópera Lídia de Oxum retorna aos palcos baianos nos próximos dias 21, 22 e 23 de novembro, no Teatro Castro Alves. A montagem abre as comemorações dos 80 anos do poeta, romancista, novelista, dramaturgo, ensaísta e compositor brasileiro Ildásio Tavares. A coleção também contará com a realização de outras peças escritas por Ildásio e a reedição de quatro livros do autor e do LP Espetáculo Os Orixás, que foi lançado em 1978, pela Som Livre.

 

A coordenação geral da ópera é de Ildázio Júnior e direção artística de Gil Vicente Tavares filhos de Ildásio Tavares, que junto a Lindembergue Cardoso assina a obra. Também fazem parte do projeto o cenógrafo Márcio Medina, figurino de Miguel Carvalho, iluminação de Eduardo Tudela e coreografia de Jorge Silva. Entre os nomes confirmados participam do projeto também estão o Maestro Ângelo Rafael (preparador vocal e regente do coro) e Maestro Carlos Prazeres (Orquestra Sinfônica da Bahia).

 

A primeira ópera baiana do Brasil e a primeira ópera escrita em português e yorubá, a montagem homenageia a cultura afro. No palco, 164 artistas divididos em oito solistas, 75 músicos da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), 60 coristas, 20 bailarinos, cinco percussionistas e um violeiro-repentista.

 

Interessados em assistir podem adquirir seus ingressos. Os bilhetes já estão à venda no Ingresso Rápido (site e aplicativo), nos postos do SAC (Barra e Bela Vista) e na bilheteria do Teatro (Campo Grande). Os valores de A a Z são R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia), e Z7 a Z11 R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia).

 

”Coordenar este projeto sempre foi um sonho para mim. Em 2014 iniciei o desenho e planejamento quase quixotesco, para muitos e com direito a um grande “Sancho” por assim dizer ao meu lado, chamado Tiago Tao (produtor executivo e coordenação administrativa).

 

Daí se iniciou o combate aos tantos moinhos em uma jornada de cinco anos que hoje deságua em um coletivo de pessoas com mais de 200  colaboradores”, disse Ildazio Júnior.

 

A ópera, apresentada pela primeira vez em 1994, no Palco Principal do Teatro Castro Alves, é como um grito de resistência. O projeto BAHIA AFRO BAHIA tem patrocínio da Skol Puro Malte, por meio da Cervejaria Ambev, e do Governo do Estado, por meio do Fazcultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda.

 

“Esta coleção vem em uma boa hora, ano que vem são os 80 anos de Ildásio e começar com Lídia de Oxum é iniciar em grande estilo porque ele tinha um grande carinho e apreço por esta obra, não só por ser a primeira ópera baiana, mas principalmente por ter uma temática tão urgente para uma cidade como Salvador que é majoritariamente negra. Ela fala da falsa abolição que aconteceu, o Brasil ainda precisa de mais uma ou duas abolições para tentar arrumar a injustiça e a tragédia que foi feita ao trazer os negros para cá”, disse Gil Vicente Tavares.

 

No palco, 164 artistas divididos em oito solistas, 75 músicos da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), 60 coristas, 20 bailarinos, cinco percussionistas e um violeiro-repentista. O projeto BAHIA AFRO BAHIA tem patrocínio da Skol Puro Malte, por meio da Cervejaria Ambev, e do Governo do Estado, por meio do Fazcultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda.

 

A Lídia de Oxum, Irma Ferreira Santos Dantos iniciou seus estudos musicais em 2004. Técnica em música, graduada em canto pala Universidade Federal da Bahia e mestre em música pela  mesma instituição, vem atuando como cantora lírica desde 2009. Já participou de diversas montagens de ópera com a ALBA e de concertos com o Madrigal da UFBA, recentemente foi aprovada em primeiro lugar no Concurso Jovens Solistas realizado pela Orquestra Sinfônica de Sergipe.

 

O tenor Carlos Eduardo Santos, que fará Romão, começou a cantar em coros em 2000. É graduando em Canto pela UFBA e participou de master classes de aperfeiçoamento com nomes como Rio Novello (Itália), António Salgado (Portugal), Lawrence Zazzo (EUA), Matthew Fritz (EUA). Participou do Coro do Teatro Castro Alves, atuou em diversos musicais, produz recitais de formação de plateia, é membro do Coletivo 4, grupo de artistas cênicos que pesquisam teatro musical. Em 2017, atuou na montagem da ópera Treemonisha em Portugal, numa colaboração entre o Núcleo de Ópera da Bahia e a Nova Ópera de Lisboa.

 

O mais recente Bonfim já foi já fez parte do elenco da Ópera Lídia de Oxum. Ggraduado em canto pela UFBA, o baixo Josehr Santos participou de diversos recitais, concertos, óperas e festivais como corista e solista. Foi membro do Coro TCA e do Grupo Vocal de Câmara Cantus Primus. É membro do Núcleo de Ópera da Bahia estando na turnê internacional de “Prelúdio”, com Gilberto Gil, Orquestra da Nova Ópera de Lisboa e percussão do Cortejo Afro na Europa (Inglaterra, Finlândia, Itália e Suíça) e da montagem de Treemonisha em Lisboa (Portugal). Josehr também atua como professor de canto e técnica vocal em Salvador.

 

Tomás de Ogum será vivido pelo barítono Miguel Nador. Foi membro do Coral Jovem do Estado de São Paulo e aluno da Ópera Studio da EMESP. Se formou em 2017 na Academia de Ópera do Theatro São Pedro, sob coordenação artística e direção musical do maestro André dos Santos, onde atuou em óperas como “Albert Herring” (Benjamin Britten), “Monsieur Choufleuri (Jacques Offenbach), “L’Enfant et les Sortilèges” (Maurice Ravel), entre outras. Em experiência com a música popular, foi vocalista principal da banda “Dom Pescoço”.

 

Personagem - A personagem principal Lídia de Oxum será vivida pela soprano Irma Ferreira. Graduada em Canto Lírico e Mestra em Música pela Universidade Federal da Bahia, já participou de uma série de recitais líricos, como Ópera na Bahia, Ópera no Museu, Ópera na Câmara, Il Guarani, Pagliacci e Carmen; com o Laboratório de Ópera da UFBA participou da montagem da opereta Die Fledermaus e das Bodas de Fígaro. Irma já atuou como solista junto à Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica de Sergipe e Orquestra do Gramado in Concert 2018.

 

No papel de Lourenço, outro protagonista da montagem, estará o barítono, ator e dublador Rafael Siano. O artista começou sua carreira em 2005. Nessa fase inicial, participou por seis meses de uma competição de canto na Rede Record. Voltou aos palcos em 2011, na primeira ópera, Attila de Verdi, na Cia Lírica. Em 2017, viveu seu primeiro protagonista em ópera, Gianni Schicchi, na obra homônima de G. Puccini. Em 2018, participou do Primeiro Concurso Internacional de Canto de Goiânia, onde conquistou três prêmios, além do prêmio de Melhor Voz Masculina no XI Concurso Estímulo para Cantores Líricos em São Paulo.

 

Depois de ter feito o papel de Lourenço, Inácio de Nonno volta a fazer parte da Ópera Lídia de Oxum, desta vez como Barão Teodoro, pai do primeiro personagem que representou. Doutor em Música pela UNICAMP e Mestre – suma cum laude - pela UFRJ, Inácio De Nonno é dono do Prêmio Especial para a Canção Brasileira no XII Concurso Internacional de Canto do Rio de Janeiro. Do repertório constam mais de 30 primeiras audições mundiais de peças e óperas brasileiras, especificamente para ele compostas. Já atuou em 40 papéis efetivamente apresentados em público.

 

O tenor Carlos Eduardo Santos que atua como corista e solista desde 2000 viverá Romão. Membro do Coro TCA e Grupo Vocal Cantus Primus, foi solista frente a Orquestra Sinfônica de Sergipe (2012). Participou do projeto “Ópera de Carnaval”. Foi professor de canto nos cursos de Extensão da UFBA de 2012 a 2014. É bolsista do Madrigal da UFBA atuando como corista e solista. Foi membro fundador e preparador vocal do Coral Ecumênico da Bahia. Integra o Coletivo 4 e o Núcleo de Ópera da Bahia (NOP).

 

Personagem apaixonado por Lídia de Oxum, Tomás de Ogum, será vivido pelo barítono Miguel Nador. O artista estudou teoria musical e piano no conservatório Souza Lima, e canto erudito na Escola Municipal de Música de São Paulo. Formou-se em 2017 pela Academia de Ópera do Theatro São Pedro, onde atuou em óperas como “Albert Herring” (Benjamin Britten), “La Belle Hélène”, “Monsieur Choufleuri (Jacques Offenbach), entre outras”.

 

Bonfim, o pai de Lídia de Oxum, será vivido por Josehr Santos, que na primeira montagem foi corista. É graduado em canto pela UFBA. Foi membro do Coro TCA e do Grupo Vocal de Câmara Cantus Primus. É membro do Núcleo de Ópera da Bahia e participou da turnê internacional de “Prelúdio”, com Gilberto Gil, Orquestra da Nova Ópera de Lisboa e percussão do Cortejo Afro na Europa. É bolsista do Madrigal da UFBA atuando como corista e solista.

 

Dona de um extenso currículo, que reúne atuações em diferentes palcos do mundo e ao lado grandes maestros, Carla Mattioli viverá Mãe Lourenço. A artista, que é bacharel em canto lírico pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Com experiências como solista, a exemplo de quando atuou na Alemanha em “Verdi Nacht” e do Choriner Opernsommer com a Brandenburgisches Konzertorchester Eberswalde, em 2009 conquistou o primeiro lugar no concurso “Salvalírico II”, realizado em Salvador.

 

Izadora França iniciou seus estudos de canto com sua mãe, a soprano e professora de canto Fátima França. A nova Gracinha ingressou as cinco anos no Departamento de Música da UFPB no Coral Infantil, onde atuou como solista pela primeira vez. Prosseguiu seus estudos na UFPB em teoria, violino e participando de diversas orquestras, formando-se em 2007 em violino. Integrou o Coro de Câmara Villa-Lobos de 2003 a 2007, sendo fundadora do Quarteto de Cordas e Voz Quarta Justa.

 

O núcleo musical conto com Ângelo Rafael Fonseca como Maestro do Coro e Preparador Vocal, Carlos Veiga Filho como Maestro Assistente do Coro e Hammurabi Ferreira é o  Pianista Corepetidor. Natan Ourives e Eduardo Lago farão a revisão e edição das partituras.

 

Participam também da montagem os bailarinos Bruno Santos, Cristian Rebouças, Dalila Leal, Dudé Conceição, Eriic Luz, Felix Ramos, Fernanda Santana, Jackson Alves (Kenuu), Joely Silva, Josué Amazonas, Larissa Paixão, Lipe Paixão, Lissandra Keren, Luiza Tavares, Marcela Botelho Brasil, Marcos Ferreira, Marcus Santos e Osvaldinho Júnior

No coral Bahia Afro estão Aishá Roriz, Eneida Lima, Fabio Sacramento, Helson Lucas, Ilma Nascimento, Ivan Marques, Jaderson Oliveira, Janaina Carvalho, Juliana Bastos, Maiane Santa Izabel, Marcílio de Azevedo, Márcio Lázaro, Marilize Oliveira, Michel Silva, Pedro Nascimento, Rosalvo Barros, Stella Campos, Tania Barros e Vanda Otero.

 

Já no Coral Ecumênico da Bahia, Alba Valéria, André Urso, Bianca Macêdo, Bob Wisley, Cristina Dórea, Cristina Maria Macêdo, Dalva de Andrade, Damares Moreira, Dão Black, Eliana Garcez, Eliana Lúcia Corrêa, Elzita de Andrade, Érika Sá, Filipe Oliveira, Franco Brandão, Isabela Severo, Jaciene Figueiredo, Jacira Maria Flôr, Jailton Santóz, Jane Figuerêdo, Joel Mota, Kelson Magalhães, Luís Henrique Araújo, Manoel Canário, Marcelo Cerqueira, Marcelo Sousa, Marcos Motta, Marilene Santana, Marcos Vinícius Pereira, Martha Rocha, Matheus Itiel, Mônica Marques, Paulo Castro, Ronei Silva, Rute Maia, Saulo Viana, Silas Mota, Sílvio Reis, Vanda Amélia, Wesley Santos, Zoni Caldas e Zuleide Leite.

 

Regida pelo maestro Carlos Prazeres, a Orquestra Sinfônica Da Bahia tem Priscila Plata Rato como Spalla. Nos violinos Francisco Javier Pasache (chefe de naipe), José Fernandes Pereira Neto (chefe de naipe), André Dos Santos Silva, Arthur Lauton, Dâmaris dos Santos, Eduardo Salazar, Filipe Dos Santos Vital, Helena Luiza Ibarra, Ivan Quintana, João Campos, Jonas Alves De Souza, Karina Petry, Lírida Lima, Lucas Ávila, Mariana Krewer, Mário Gonçalves A. Júnior, Mário Soares de Britto, Raul Bermudez Gallardo e Rogério Laborda Fernandes.

 

Nas violas, Serghei Iurcik (chefe de naipe), Ícaro Smetak, Laércio Souza dos Santos, Laís Guimarães, Laura Jordão, Marcos Antonio Maciel, Paco Dadda Garcés, Thiago Neres da Silva e Margareta Cichilova. Nos violoncelos Thomaz Rodriguez (chefe de naipe), Djalma do Nascimento, Guilherme Venturato Custódio, Ítalo Nogueira, Luiz Daniel Sales, Maurício Kowalski, Tatiana Crilova e Ygor Ghensev.

 

Nos contrabaixos Gabriel Couto Paulo (chefe de naipe), Antônio Abdon Sarquis, Jéssica Albuquerque e Luiz Almiro Possídio Santos. Nas flautas Lucas Robatto (chefe de naipe) e André Becker Denovaro, nas flautas e flautim Antônio Carlos Portela da Silva (assistente) e Andréa Bandeira de C. Pereira. No Oboés Gabriel Paes Marcaccini (chefe de naipe) e Hugo Félix Prio. Na clarineta Pedro Robatto (chefe de naipe), na clarineta e requinta Solamy Roccio Oliveira, no fagote Jean Marques (chefe de naipe).

 

No fagote e contrafagote Ilza Santana da Cruz. Nas trompas Josely de Souza Saldanha (assistente), Adelson Lemos da Silva e Davi da Silva Brito. Nos trompetes Heinz Karl Schwebel (chefe de naipe), Joatan Mendonça do Nascimento (assistente) e Emerson Araujo. Nos trambones Michele Girardi (chefe de naipe), Gerson da Silva Barbosa (assistente) e Hélio Moraes de Góes.

 

No trombone baixo Leví Góes Leite (assistente), na tuba Renato Costa Pinto (chefe de naipe), no piano Eduardo Torres (chefe de naipe), nos tímpanos Paulo Zorzetto (chefe de naipe) e na percussão Oscar Mauchle (chefe de naipe), Jorge Sacramento de Almeida (assistente), Gilberto Gil da Silva Santiago, Humberto Monteiro Fernandez e Paulo Roberto C. Silva. Como percussionista convidado Adrianinho Azevedo, Iuri Passos, Leilson Araújo e Luan Badaró.

 

Arquiteto, ator, cenógrafo e figurinista, Medina Márcio, que assina o cenário, é ganhador de diversos prêmios Shell de Teatro. Colaborador constante de várias companhias e um dos diretores de arte mais requisitados em São Paulo desde a década de 1990 cursou a Escola Paulista de Belas Artes, em 1978, formou em comunicação visual em 1980 e em propaganda e marketing em 1981.

 

Coleção Ildásio Tavares – Além da Ópera Lídia de Oxum estão previstos no projeto também a realização de outras peças escritas por Ildásio e a reedição de quatro livros do autor, como Xangô e Candomblés da Bahia. Entre os títulos a Antologia Negra uma reedição de quatro livros (Xangô, Lídia de Oxum, Candomblés da Bahia e Nossos Colonizadores Africanos), com nova diagramação e box com capa pintada por Caribé.

 

Encenada pela primeira vez em 1978, em coprodução com o Teatro Castro Alves, a Ópera Caramuru será remontado pela Vira Mundo Produções e apresentada em praça pública, popularizando o gênero ÓPERA na Bahia. Já o LP Espetáculo Os Orixás, que foi lançado em 1978, pela Som Livre, ganhará novos arranjos e uma versão inédita de show, com  artistas baianos convidados, com reedição em LP deste disco clássico.

 

Ildásio Tavares – Poeta, romancista, dramaturgo, ensaísta e compositor, Ildásio Tavares, viveu 70 anos, entre 1940 e 2010. Em vida publicou centenas de artigos em colunas dos jornais. Na sua carreira, fez 17 poemas em livros de Antologias Poéticas; sete contos em livros de Antologias de Conto; 12 roteiros de espetáculos; 14 livros de poesia; dois libretos de Ópera; dois roteiros de filmes; três romances e 46 músicas gravadas.

Serviço

Ópera Lídia de Oxum

Quando a montagem:  21 á 23 de novembro

Onde:  Teatro Castro Alves

Endereço: Praça Dois de Julho, s/n - Campo Grande, Salvador - BA, 40080-121

Os valores de A a Z são R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia), e Z7 a Z11 R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia).

Os bilhetes já estão à venda no Ingresso Rápido (site e aplicativo), nos postos do SAC (Barra e Bela Vista) e na bilheteria do Teatro (Campo Grande).

 

Valor A a Z são R$80 (inteira) e R$40 (meia), e Z7 a Z11 R$50 (inteira) e R$25 (meia). / Os bilhetes já estão à venda no Ingresso Rápido (site e aplicativo), nos postos do SAC (Barra e Bela Vista) e na bilheteria do Teatro (Campo Grande)

A primeira ópera baiana do Brasil e a primeira ópera escrita em português e yorubá, a montagem homenageia a cultura afro. No palco, 164 artistas divididos em oito solistas, 75 músicos da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), 60 coristas, 20

Localização  Teatro Castro Alves - TCA
Praça Dois de Julho, s/n
Brasil/Bahia/Salvador
40080-121

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