Salvador, 14 de August de 2020
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Comportamento
Casas Conceito Virtual Experience: Ana’s levarão ambiente inspirado em uma personalidade notável
Qua, 12 de Agosto de 2020 16:14
Casas_Conceito_Virtua_Gabriela_DaltroDepois de homenagear um dos maiores nomes da cena eletrônica do mundo, Alok, na Casas Conceito 2019, Ana Paula Nonato e Ana Claudia Nonato da Dois A Arquitetura prometem levar para a Casas Conceito Virtual Experience um ambiente contemporâneo inspirado em uma grande estrela, que desperta o orgulho dos brasileiros. Referência na arquitetura e decoração baiana, as Ana's já participaram das principais mostras do segmento da capital baiana, prestando tributos a Bruna Marquezine, Gilberto Gil, Ana Maria Braga, Claudia Leitte, João Gilberto e Emanuelle Araújo.
 
Hábito ou obrigação? Arquiteto desmistifica necessidade de revestir todas as paredes do banheiro
Qua, 12 de Agosto de 2020 09:14

MarcioBarreto_BanheirosCômodo pequeno e paredes revestidas com pisos brancos são duas características que mais remetem aos banheiros contemporâneos. As particularidades presentes nessa área da casa, no entanto, mudam constantemente, variando de acordo com a época e regionalidade.

No Brasil das décadas de 70 e 80, os toaletes eram marcados por acabamentos em azulejos de tons extravagantes, podendo ser encontrado ainda em casas mais antigas. Por outro lado, a estética dos “novos banheiros”, fenômeno que surgiu após a “onda” dos

 
Eliminando olheiras e devolvendo o volume perdido: saiba como melhorar o aspecto “cansado” do rosto
Seg, 10 de Agosto de 2020 18:56

VinciusSaid_Entre as cicatrizes deixadas pelo distanciamento social, a alteração da rotina, ansiedade e estresse elevaram os distúrbios no sono dos brasileiros durante a pandemia. Atingindo cerca de 41% da população, segundo avaliação do Ministério da Saúde, as consequências das noites mal dormidas chegam no formato de olheiras, marcas de expressão e envelhecimento da pele, deixando o aspecto visual do rosto abatido e inadequado para reuniões de trabalho online (home office) no dia seguinte.

Para melhorar o aspecto exausto nas faces e dar um “upgrade” na autoestima,

 
Moda “Plus Size” cresce entre brasileiros; aponta pesquisa
Seg, 10 de Agosto de 2020 16:14

As modelos, roupas e “fashion weeks” das últimas décadas pouco contemplaram a estética da mulher gorda. Apesar da designer norte-americana Lane Bryant ser considerada a primeira lojista a fornecer roupas “plus size” ainda no começo dos anos 90, o segmento vem sofrendo há mais de um século com o preconceito e a baixa representatividade nas passarelas globais do mundo da moda.

Por outro lado, o mesmo não se pode dizer da evolução do mercado de consumo “plus size”. Os segmentos do vestuário para homens e mulheres gordas no Brasil cresceu 21% nos últimos 3 anos, com expectativas de crescimento em torno de 10% para o final de 2020, segundo relatório setorial da Associação Brasil Plus Size (ABPS). Movimentando aproximadamente R$ 5 bilhões por ano, a “nova” indústria da moda vem quebrando padrões e ganhando cada vez mais seguidores, lojas, modelos e profissionais.

Esse é o caso da estilista “plus size” e fashion designer baiana Lourrani Baas. Apesar da paixão pela moda ter construído sua carreira profissional, a estilista conta que passou por diversos obstáculos no início da carreira, como o atraso das tendências e, sobretudo, a discriminação por ser gorda. A época, Lourrani conta que a moda para gordos não existia, sendo comercializadas estampas menos valorizadas, peças antigas, tecidos duros e sem caimento.

“No geral, há uns cinco, dez anos atrás, a sociedade tinha o pensamento de que a mulher, ou o homem gordo não tinha direito de sair por aí bonito, trajando peças fashion. Havia uma ‘repulsa’ escondida nas pessoas pela nossa própria estética. Pela falta de consumidores, que estavam acuados por esse pensamento discriminatório, o mercado não oferecia tantas opções e modelos, sendo bastante genérico. Tanto é que quando a gente achava uma peça que realmente ficasse boa, comprávamos de várias cores para variar”, brinca Lourrani, que em seguida complementa, “Eu lembro também que para ser considerado gordo, na época, era vestir um 46, no máximo 48”, revela.

Para trabalhar na capital, Lourrani conta que se formou em publicidade, mas o amor pela moda continuava ditando suas atividades no tempo livre. Enquanto permanecia em Salvador, a estilista fazia listas de tendência (primavera verão, outono, inverno) pelo Orkut e enviava para algumas amigas magras, visto que o mercado “plus size” ainda era escasso ou omisso nas lojas.

Em 2015, Lourrani tornou-se adepta do movimento feminista, empoderamento do corpo, corpo livre e “body positive. Descobrindo a vertente da moda plus size no mesmo ano, a estilista vislumbrou uma chance verdadeira de trabalhar no segmento, mesmo considerando o feito impossível desde criança. Em sua trajetória no mercado, a fashion designer já atuou como modelo, influenciadora digital e trabalha atualmente como estilista.

Profissional da área alguns anos de experiência, Lourrani desmistifica o conceito de moda “plus size” feita exclusivamente para mulheres. A estilista explica que a representatividade da mulher gorda fez o mercado crescer a princípio, entretanto, o estilo vem se espalhando entre homens, idosos, adolescentes e crianças, comercializando shorts, vestidos, trajes sociais, camisas e moletons. Em sua própria vivência, a alfaiate conta que já possui uma demanda considerável para vestidos de festa e de casamento, ao passo que outras lojas são voltadas para o comércio de moda casual.

É super interessante observar como o mercado ‘plus size’ ganhou destaque, forma e espalhou-se até alcançar nichos e demais cidades, entretanto, se comparada grande indústria do vestuário que estamos acostumados, ele ainda é bem pequeno, principalmente na Bahia. A Najara Black, por exemplo, sempre contemplou peças GG no seu mix de produtos, mas não são tantos criadores, estilistas e designers regionais. No Brasil, teve-se uma explosão de ‘moda casual’, mas se analisarmos o conceito de ‘moda’ em si, percebemos que o segmento plus size ainda não possui moda, e sim vestuário, mas utilizamos o termo generalizado para vencer barreiras e preconceitos, por ser um movimento novo”, relata Lourrani.

Segundo dados da ABPS, as lojas físicas especializadas em moda plus size no Brasil já passam dos 12 mil estabelecimentos, enquanto mais de 600 se encontram no domínio da internet. Lutando por cada vez mais espaço no mercado, a estilista explica que todo caminho percorrido, as pequenas conquistas, novas lojas, modelos e profissionais segmentados já são louváveis. “Ainda estamos no início da trajetória, mas com boas projeções para o futuro”, conclui.

Para entrar em contato com Lourrani, acesse o perfil do Instagram @

As modelos, roupas e “fashion weeks” das últimas décadas pouco contemplaram a estética da mulher gorda. Apesar da designer norte-americana Lane Bryant ser considerada a primeira lojista a fornecer roupas “plus size” ainda no começo dos anos 90, o segmento vem sofrendo há mais de um século com o preconceito e a baixa representatividade nas passarelas globais do mundo da moda.

Por outro lado, o mesmo não se pode dizer da evolução do mercado de consumo “plus size”. Os segmentos do vestuário para homens e mulheres gordas no Brasil cresceu 21% nos últimos 3 anos, com expectativas de crescimento em torno de 10% para o final de 2020, segundo relatório setorial da Associação Brasil Plus Size (ABPS). Movimentando aproximadamente R$ 5 bilhões por ano, a “nova” indústria da moda vem quebrando padrões e ganhando cada vez mais seguidores, lojas, modelos e profissionais.

Esse é o caso da estilista “plus size” e fashion designer baiana Lourrani Baas. Apesar da paixão pela moda ter construído sua carreira profissional, a estilista conta que passou por diversos obstáculos no início da carreira, como o atraso das tendências e, sobretudo, a discriminação por ser gorda. A época, Lourrani conta que a moda para gordos não existia, sendo comercializadas estampas menos valorizadas, peças antigas, tecidos duros e sem caimento.

“No geral, há uns cinco, dez anos atrás, a sociedade tinha o pensamento de que a mulher, ou o homem gordo não tinha direito de sair por aí bonito, trajando peças fashion. Havia uma ‘repulsa’ escondida nas pessoas pela nossa própria estética. Pela falta de consumidores, que estavam acuados por esse pensamento discriminatório, o mercado não oferecia tantas opções e modelos, sendo bastante genérico. Tanto é que quando a gente achava uma peça que realmente ficasse boa, comprávamos de várias cores para variar”, brinca Lourrani, que em seguida complementa, “Eu lembro também que para ser considerado gordo, na época, era vestir um 46, no máximo 48”, revela.

Para trabalhar na capital, Lourrani conta que se formou em publicidade, mas o amor pela moda continuava ditando suas atividades no tempo livre. Enquanto permanecia em Salvador, a estilista fazia listas de tendência (primavera verão, outono, inverno) pelo Orkut e enviava para algumas amigas magras, visto que o mercado “plus size” ainda era escasso ou omisso nas lojas.

Em 2015, Lourrani tornou-se adepta do movimento feminista, empoderamento do corpo, corpo livre e “body positive. Descobrindo a vertente da moda plus size no mesmo ano, a estilista vislumbrou uma chance verdadeira de trabalhar no segmento, mesmo considerando o feito impossível desde criança. Em sua trajetória no mercado, a fashion designer já atuou como modelo, influenciadora digital e trabalha atualmente como estilista.

Profissional da área alguns anos de experiência, Lourrani desmistifica o conceito de moda “plus size” feita exclusivamente para mulheres. A estilista explica que a representatividade da mulher gorda fez o mercado crescer a princípio, entretanto, o estilo vem se espalhando entre homens, idosos, adolescentes e crianças, comercializando shorts, vestidos, trajes sociais, camisas e moletons. Em sua própria vivência, a alfaiate conta que já possui uma demanda considerável para vestidos de festa e de casamento, ao passo que outras lojas são voltadas para o comércio de moda casual.

É super interessante observar como o mercado ‘plus size’ ganhou destaque, forma e espalhou-se até alcançar nichos e demais cidades, entretanto, se comparada grande indústria do vestuário que estamos acostumados, ele ainda é bem pequeno, principalmente na Bahia. A Najara Black, por exemplo, sempre contemplou peças GG no seu mix de produtos, mas não são tantos criadores, estilistas e designers regionais. No Brasil, teve-se uma explosão de ‘moda casual’, mas se analisarmos o conceito de ‘moda’ em si, percebemos que o segmento plus size ainda não possui moda, e sim vestuário, mas utilizamos o termo generalizado para vencer barreiras e preconceitos, por ser um movimento novo”, relata Lourrani.

Segundo dados da ABPS, as lojas físicas especializadas em moda plus size no Brasil já passam dos 12 mil estabelecimentos, enquanto mais de 600 se encontram no domínio da internet. Lutando por cada vez mais espaço no mercado, a estilista explica que todo caminho percorrido, as pequenas conquistas, novas lojas, modelos e profissionais segmentados já são louváveis. “Ainda estamos no início da trajetória, mas com boas projeções para o futuro”, conclui.

Para entrar em contato com Lourrani, acesse o perfil do Instagram @

As modelos, roupas e “fashion weeks” das últimas décadas pouco contemplaram a estética da mulher gorda. Apesar da designer norte-americana Lane Bryant ser considerada a primeira lojista a fornecer roupas “plus size” ainda no começo dos anos 90, o segmento vem sofrendo há mais de um século com o preconceito e a baixa representatividade nas passarelas globais do mundo da moda.

Por outro lado, o mesmo não se pode dizer da evolução do mercado de consumo “plus size”. Os segmentos do vestuário para homens e mulheres gordas no Brasil cresceu 21% nos últimos 3 anos, com expectativas de crescimento em torno de 10% para o final de 2020, segundo relatório setorial da Associação Brasil Plus Size (ABPS). Movimentando aproximadamente R$ 5 bilhões por ano, a “nova” indústria da moda vem quebrando padrões e ganhando cada vez mais seguidores, lojas, modelos e profissionais.

Esse é o caso da estilista “plus size” e fashion designer baiana Lourrani Baas. Apesar da paixão pela moda ter construído sua carreira profissional, a estilista conta que passou por diversos obstáculos no início da carreira, como o atraso das tendências e, sobretudo, a discriminação por ser gorda. A época, Lourrani conta que a moda para gordos não existia, sendo comercializadas estampas menos valorizadas, peças antigas, tecidos duros e sem caimento.

“No geral, há uns cinco, dez anos atrás, a sociedade tinha o pensamento de que a mulher, ou o homem gordo não tinha direito de sair por aí bonito, trajando peças fashion. Havia uma ‘repulsa’ escondida nas pessoas pela nossa própria estética. Pela falta de consumidores, que estavam acuados por esse pensamento discriminatório, o mercado não oferecia tantas opções e modelos, sendo bastante genérico. Tanto é que quando a gente achava uma peça que realmente ficasse boa, comprávamos de várias cores para variar”, brinca Lourrani, que em seguida complementa, “Eu lembro também que para ser considerado gordo, na época, era vestir um 46, no máximo 48”, revela.

Para trabalhar na capital, Lourrani conta que se formou em publicidade, mas o amor pela moda continuava ditando suas atividades no tempo livre. Enquanto permanecia em Salvador, a estilista fazia listas de tendência (primavera verão, outono, inverno) pelo Orkut e enviava para algumas amigas magras, visto que o mercado “plus size” ainda era escasso ou omisso nas lojas.

Em 2015, Lourrani tornou-se adepta do movimento feminista, empoderamento do corpo, corpo livre e “body positive. Descobrindo a vertente da moda plus size no mesmo ano, a estilista vislumbrou uma chance verdadeira de trabalhar no segmento, mesmo considerando o feito impossível desde criança. Em sua trajetória no mercado, a fashion designer já atuou como modelo, influenciadora digital e trabalha atualmente como estilista.

Profissional da área alguns anos de experiência, Lourrani desmistifica o conceito de moda “plus size” feita exclusivamente para mulheres. A estilista explica que a representatividade da mulher gorda fez o mercado crescer a princípio, entretanto, o estilo vem se espalhando entre homens, idosos, adolescentes e crianças, comercializando shorts, vestidos, trajes sociais, camisas e moletons. Em sua própria vivência, a alfaiate conta que já possui uma demanda considerável para vestidos de festa e de casamento, ao passo que outras lojas são voltadas para o comércio de moda casual.

É super interessante observar como o mercado ‘plus size’ ganhou destaque, forma e espalhou-se até alcançar nichos e demais cidades, entretanto, se comparada grande indústria do vestuário que estamos acostumados, ele ainda é bem pequeno, principalmente na Bahia. A Najara Black, por exemplo, sempre contemplou peças GG no seu mix de produtos, mas não são tantos criadores, estilistas e designers regionais. No Brasil, teve-se uma explosão de ‘moda casual’, mas se analisarmos o conceito de ‘moda’ em si, percebemos que o segmento plus size ainda não possui moda, e sim vestuário, mas utilizamos o termo generalizado para vencer barreiras e preconceitos, por ser um movimento novo”, relata Lourrani.

Segundo dados da ABPS, as lojas físicas especializadas em moda plus size no Brasil já passam dos 12 mil estabelecimentos, enquanto mais de 600 se encontram no domínio da internet. Lutando por cada vez mais espaço no mercado, a estilista explica que todo caminho percorrido, as pequenas conquistas, novas lojas, modelos e profissionais segmentados já são louváveis. “Ainda estamos no início da trajetória, mas com boas projeções para o futuro”, conclui.

Para entrar em contato com Lourrani, acesse o perfil do Instagram @

As modelos, roupas e “fashion weeks” das últimas décadas pouco contemplaram a estética da mulher gorda. Apesar da designer norte-americana Lane Bryant ser considerada a primeira lojista a fornecer roupas “plus size” ainda no começo dos anos 90, o segmento vem sofrendo há mais de um século com o preconceito e a baixa representatividade nas passarelas globais do mundo da moda.

Por outro lado, o mesmo não se pode dizer da evolução do mercado de consumo “plus size”. Os segmentos do vestuário para homens e mulheres gordas no Brasil cresceu 21% nos últimos 3 anos, com expectativas de crescimento em torno de 10% para o final de 2020, segundo relatório setorial da Associação Brasil Plus Size (ABPS). Movimentando aproximadamente R$ 5 bilhões por ano, a “nova” indústria da moda vem quebrando padrões e ganhando cada vez mais seguidores, lojas, modelos e profissionais.

Esse é o caso da estilista “plus size” e fashion designer baiana Lourrani Baas. Apesar da paixão pela moda ter construído sua carreira profissional, a estilista conta que passou por diversos obstáculos no início da carreira, como o atraso das tendências e, sobretudo, a discriminação por ser gorda. A época, Lourrani conta que a moda para gordos não existia, sendo comercializadas estampas menos valorizadas, peças antigas, tecidos duros e sem caimento.

“No geral, há uns cinco, dez anos atrás, a sociedade tinha o pensamento de que a mulher, ou o homem gordo não tinha direito de sair por aí bonito, trajando peças fashion. Havia uma ‘repulsa’ escondida nas pessoas pela nossa própria estética. Pela falta de consumidores, que estavam acuados por esse pensamento discriminatório, o mercado não oferecia tantas opções e modelos, sendo bastante genérico. Tanto é que quando a gente achava uma peça que realmente ficasse boa, comprávamos de várias cores para variar”, brinca Lourrani, que em seguida complementa, “Eu lembro também que para ser considerado gordo, na época, era vestir um 46, no máximo 48”, revela.

Para trabalhar na capital, Lourrani conta que se formou em publicidade, mas o amor pela moda continuava ditando suas atividades no tempo livre. Enquanto permanecia em Salvador, a estilista fazia listas de tendência (primavera verão, outono, inverno) pelo Orkut e enviava para algumas amigas magras, visto que o mercado “plus size” ainda era escasso ou omisso nas lojas.

Em 2015, Lourrani tornou-se adepta do movimento feminista, empoderamento do corpo, corpo livre e “body positive. Descobrindo a vertente da moda plus size no mesmo ano, a estilista vislumbrou uma chance verdadeira de trabalhar no segmento, mesmo considerando o feito impossível desde criança. Em sua trajetória no mercado, a fashion designer já atuou como modelo, influenciadora digital e trabalha atualmente como estilista.

LourraniBaas_FotoDivulgacaoProfissional da área alguns anos de experiência, Lourrani desmistifica o conceito de moda “plus size” feita exclusivamente para mulheres. A estilista explica que a representatividade da mulher gorda fez o mercado crescer a princípio, entretanto, o estilo vem se espalhando entre homens, idosos, adolescentes e crianças, comercializando shorts, vestidos, trajes sociais, camisas e moletons. Em sua própria vivência, a alfaiate conta que já possui uma demanda considerável para vestidos de festa e de casamento, ao passo que outras lojas são voltadas para o comércio de moda casual.

 
Genilson Coutinho será convidado do Iaô Lives nesta quarta-feira
Seg, 10 de Agosto de 2020 15:02

Genilson_Coutinho_-_Dois_TerosO projeto IAÔ Lives prossegue nesta quarta-feira (12/08), às 20h30, recebendo Genilson Coutinho, jornalista e fundador do site Dois Terços, para falar sobre empreendedorismo e diversidade na área da comunicação. Promovido pelo Mercado IAÔ, Centro de Economia Criativa, Arte e Sustentabilidade, o encontro é realizado sempre às quartas, com temas que trazem novas estratégias e possibilidades para a economia criativa no contexto atual e conta com a mediação gestor social e cultural, Israel Campos.

Última atualização em Ter, 11 de Agosto de 2020 07:06
 
Artesanato da Bahia ganha plataforma digital
Seg, 10 de Agosto de 2020 13:48

Site_oag_artesanatoCriativo e cheio de identidade pela sua diversidade, história e tradição, o Artesanato da Bahia vai ganhar mais visibilidade com o lançamento de um portal moderno, ágil e que vem reforçar o contato do público com a produção de artesãs e artesãos. Importante ferramenta para ampliar as informações do artesanato baiano no ambiente digital, o site (www.artesanatodabahia.com.br) foi desenvolvido com a proposta de promover o setor e criar mais um espaço de comercialização.

 
Bahia terá o 1º Congresso de Destination Wedding; Inscrições estão abertas
Seg, 10 de Agosto de 2020 12:34

Bahia_tera_o_1_Dois_em_Um_FotografiaA estrutura turística, a boa gastronomia e o clima mais estável se aliam as praias paradisíacas, paisagens naturais, serras e igrejas lindas e históricas e fazem da Bahia um lugar perfeito e muito procurado para o Destination Wedding - quando o casal viaja para outra cidade para a realização do casamento. Pensando em capacitar profissionais de eventos e turismo que tem interesse em trabalhar ou se especializar em celebrações neste formato no estado, o 1º Congresso de Destination Wedding na Bahia (CDWB) está com inscrições abertas para todo o Brasil. O evento é virtual e será realizado nos dias 1, 2 e 3 de setembro.

 
Alimentação, salão de beleza e academia retomam funcionamento no Salvador Shopping e Salvador Norte Shopping
Seg, 10 de Agosto de 2020 12:30

Salvador_ShoppingO plano de retomada das atividades da capital baiana entra hoje, 10/08, na Fase 2. No Salvador Shopping e Salvador Norte Shopping serão reabertos os segmentos de beleza e academia, além de alimentação, que agora pode realizar o consumo no local desde que os estabelecimentos cumpram os protocolos específicos anunciados pela Prefeitura Municipal de Salvador. O funcionamento destas operações acompanha o dos empreendimentos: de segunda a sábado, das 12h às 20h.

Para garantir a segurança de todos, as Praças de Alimentação do Salvador Shopping e

 
Dia do Estudante. Escola organiza Drive Thru para alunos matarem a saudade
Sex, 07 de Agosto de 2020 14:30

Escola_organiza_VillaParalelaisolamento social, provocado pela pandemia da Covid-19, tem sido um momento de reflexão para todos que passaram a ter uma maior consciência sobre a importância da escola e das relações sociais entre as pessoas. Com o intuito de fortalecer os laços afetivos e de ensino entre alunos e escola, o Villa Campus de Educação comemorará o Dia do Estudante com o "Drive Thru de Coração pra Coração" neste sábado, 08 de agosto.

O evento acontecerá durante todo o dia e permitirá uma interação entre a comunidade escolar e as famílias dos estudantes, que passarem de carro na frente da instituição.

 
Soul Dila cria coleção em parceria com perfil "Baianês"
Sex, 07 de Agosto de 2020 13:19

Soul_Dila__BaianesUma parceria entre o Baianês Oficial (@baianes_oficial) e a Soul Dila (@souldila) vai conquistar corações de baianos espalhados pelo Brasil. Com bom humor, o perfil reforça a espontaneidade baiana através de frases e expressões próprias da cultura local, que sempre foi também uma proposta da Soul Dila, em suas estampas exclusivas.

A união das duas marcas gerou uma coleção cápsula com três peças unissex criadas a partir de posts no Instagram. As peças serão lançadas já nesta sexta-feira (7) e estarão

 
“Estamos órfãos”: Aladilce lamenta falecimento do professor Jaime Sodré
Qui, 06 de Agosto de 2020 20:08

jaime-sodre“2020 não está sendo fácil”, publicou a vereadora Aladilce Souza (PCdoB) em seu Twitter, fazendo alusão ao falecimento do historiador Jaime Sodré, que morreu nesta quinta (06) devido a um infarto fulminante. Jaime era doutor em História da Cultura Negra, e um dos expoentes da educação baiana.

“É mais uma grande perda para o Brasil. Era um querido, uma referência na religião de matriz africana. Era também um compositor, um artista de grande sensibilidade, e uma amigo desde a década de 70” twittou a

 
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